quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Ele!


Estou te querendo muito bem neste minuto. Tinha vontade que você estivesse aqui e eu pudesse te mostrar muitas coisas, grandes, pequenas, e sem nenhuma importância, algumas. Fique feliz, fique bem feliz, fique bem claro, queira ser feliz. Mesmo que a gente se perca, não importa.Que seja bom o que vier, pra você, pra mim…

“Nesse momento há 6 bilhões, 470 milhões, 818 mil, 671 pessoas no mundo. Agumas estão fugindo assustadas. Algumas estão voltando pra casa. Algumas dizem mentiras para suportar o dia. Outras estão somente agora enfrentando a verdade. Alguns são maus indo contra o bem e alguns são bons lutando contra o mal. Seis bilhões de pessoas no mundo, seis bilhões de almas… E, às vezes, tudo que nós precisamos é de apenas uma!” 

 

Esta me ganhando nos detalhes, e nem desconfia! (Caio F. Abreu)

Eu tenho mil motivos pra ser feliz hoje!

Bom, depois de não sei quantas decadas sem conseguir entrar nesse meu cantinho, estou de volta, firme e forte, com varias ideias, textos, sentimentos pra compartilhar! Foram muitas experiências vividas nesses ultimos tempos, e ainda muitas estão por vim, se Deus permitir!
Estamos no final de 2011, ano de muitas decepções, erros, e por final lições e muita aprendizagem...
Foi muita correria na faculdade, penultimo ano, TCC puxadissimo, mas é isso mesmo!
Ano de decições importantes, algumas tomas tarde, ou não, outras tomas exatamente no tempo certo!
Ano de descobertas, tristes, mas acredito que com propositos, GRANDES!
Estou tentando não negligenciar as oportunidades e os sinais de Deus, que por sua vez vem tomando as redeas na minha vida, sabiamente!

Tenho uma familia saudavel, amigos, comida na mesa, e muito amor!
OBRIGADA senhor pelas dadivas, bençãos e por simplesmente fazer parte da minha vida!
EU tenho sim, MIL motivos para ser Feliz  Hoje!

Anna Carla Leal






domingo, 22 de maio de 2011

O que Fazer?!


O que fazer quando alguém  simplesmente retira seu chão, retira suas esperanças, te faz desacreditar nas coisas, nas palavras , nas pessoas, nas mudanças, nos sentimentos, quando destrói sem mais explicações seu sonhos, seus planos a curto e longo prazo, quando modifica sem qualquer tempo de adaptação sua rotina, seu hábitos, seus costumes, seus prazeres, o que fazer então, quando os sentimentos se confundem numa salada mista de angustia, impotência, desilusão e  decepção,  o que disser pra se mesma quando as  situações  são indescritíveis e  inesquecíveis, quando as lagrimas não mais amenizam ou aliviam, quando imagens perturbam  as noites de sono, quando palavras soam ao ouvido constantemente, quando a solidam relembra, machuca e acalma respectivamente, o que fazer quando  tudo relembra, desde os mínimos objetos, os lugares os cheiros, as guloseimas,  a fichaa então vai caindo de que as paginas foram viradas, que a historia foi encerrada. (PONTO FINAL)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Quando as luzes se apagam!



È exatamente quando as luzes se apagam, e a lua clareia os cantos da casa, que reflete tudo o amor que foi vivido em cada canto da casa, em cada móvel, em cada canto...
È exatamente ai que as lagrimas escorem quentes e involuntárias refletindo a saudade do que foi vivido, da ausência,  da frieza hoje presente, do não ter mais...
 É exatamente ai que o coração fica arrítmico, palpitando dolorosamente e os sentidos ficam confusos, refletindo a vontade de reviver, de sentir novamente o cheiro, o tato, o calor, o suor, o gosto...
 È exatamente ai onde eu tento me conter pra não enlouquecer, não procurar, não perder o foco, não voltar a trás, não chorar mais!
                                               (Anna Carla Leal)

" Você é aquilo que sabe, vê e acredita.
Do tamanho do que sonha, faz e deseja.
Com o poder de quem aprende, chora e acima de tudo é feliz.. "


sábado, 2 de abril de 2011

Tudo que eu preciso



Tudo o que eu preciso pra viver carrego sem ocupar as mãos.
Tudo o que eu preciso pra ser feliz não se transporta numa caixa, não se guarda numa na bolsa, nem pesa nos ombros.
Carrego comigo o que é possível pra me movimentar livre, nesse mundo tão cheio de coisas.
As coisas que eu carrego não têm peso, nem forma, nem volume.
São coisas que me alimentam sem que eu precise comer.
Que me locomovem sem que eu precise caminhar.
Que me alegram sem que eu precise comprar.
Carrego comigo a sabedoria herdada dos meus pais.
A dignidade conquistada com o meu trabalho.
As lições aprendidas na dor.
O amor dos meus afetos.
E a força da minha fé.
Com isso eu posso ir mais longe do que qualquer viajante carregado de bagagem.
Assim fica mais fácil viver e andar por aí.
Porque coisas ocupam espaços, atravancam caminhos, bloqueiam a visão.
As coisas que não cabem no coração, pesam nos braços.
Por isso eu carrego só coisas que caibam aqui, nos sonhos que eu inventei pra ser feliz.

 Lena Gino

Fã: Mario Quintana


O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...

Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.

Sentir primeiro, pensar depois
Perdoar primeiro, julgar depois
Amar primeiro, educar depois
Esquecer primeiro, aprender depois

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata....



"Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você... A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando... A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar... Mas uma coisa parece estar sempre presente... A busca pela felicidade, com o amor da sua vida.  Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?" E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?". Como diz meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente sempre achava que era.
Cada namorado era o novo homem da sua vida. Fazíamos planos, escolhíamos o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente... PLAFT! Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito "do próximo".
Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses. Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva. Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite.
Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando você está de short,camiseta e chinelo.
A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação, já não tem o mesmo valor que tinha antes. A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal,que nos complete, e vice-versa.
Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta... E haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira.
Sem falar na diversidade, que vai do Forró ao Beatles. Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som... Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora. Com o tempo, voce vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.  No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você! "




O medo




Dialogo entre Yoda e Anakin Skywalker, em Star Wars Episódio III – A vingança dos Sith:
Os caminhos para o Lado Negro muitos são, diria Yoda. Aqui falo de um dos mais perigosos, que nos leva ao sofrimento repetidas vezes durante nossos caminhos como guerreiros Jedi: o medo.

Inicialmente, ele surge desta maneira. Sem forma definida, sem matéria, sem corpo, sem rosto. É apenas um espaço, vácuo, possibilidade, energia potencial. Existe, mas ainda não é. Está latente.

Este medo, pai do sofrimento e filho de uma felicidade condicionada, tem seu nascimento quando obtemos aquilo que desejamos. A carreira, os olhares, o reconhecimento, o apartamento, o carro, o amor de uma rainha. Não importa exatamente o objeto de desejo, mas a energia que se move dentro de nós ao tê-lo. Esta energia é a raiz da motivação que nos leva a tentar manter as coisas exatamente como estão.

Aprendemos a gostar de observar a paisagem do jardim que construímos ao nosso redor. Abrimos a janela e lá está, tudo do jeito que sempre sonhamos. Todos os dias. Tudo no exato local em que deixamos da última vez que as luzes se apagaram e fomos dormir.

É assim que, ao menor indício de uma contrariedade, nos desestabilizamos de nossos propósitos. Colocamos nossas bases em fatores externos, totalmente alheios à nossa sensação de controle. E, de repente, acordamos de manhã, olhamos rapidamente e notamos que alguém veio, pisou em nossa grama, esmagou nossas flores e destruiu nosso sonho.

Porém, algum tempo antes, conseguimos ver o que estava por vir. Temos o pressentimento, como uma voz sibilante e repetitiva, anunciando o futuro. Este é o abrir dos olhos do medo.

Exatamente no instante que tomamos consciência da perfeição do momento, projetamos a dor da perda. Construímos uma muralha que inicia uma guerra. O mundo contra o que você deseja. À partir daí fazemos tudo o que for preciso para manter esta condição. Caímos em falsas promessas, cedemos facilmente à ambição, as pessoas nos olham e sabem exatamente que botões apertar para nos levar a fazer o que querem.

Os pesadelos surgem, como a voz do desespero. As coisas não podem sair do lugar em que estão. Você não pode perder tudo o que construiu. Não pode sair de onde está, não pode viver sem aquilo que o preenche. Não pode se ver sem a beleza que estava lá fora há um instante. E agora, como vai lidar com isso?


Com base nestes questionamentos, nos movemos, cegos. Tateando, tentando descobrir o que terá dado errado. Pressionamos, com todas as forças, para manter tudo exatamente como era antes. Abraçamos nossa realidade com mais força, sem perceber que esta ação baseada em medo e aflição é exatamente o que nos conduz para cada vez mais perto da perda.

Nosso medo vai se transformando em raiva à medida que tudo escapa por entre nossos dedos. Quanto mais raiva temos, mais distantes da realidade ficamos. Quanto mais ela se instala, menos livres nos tornamos e mais somos movidos por um outro. Daí até ouvirmos o “Não estou te reconhecendo” não demora quanto gostaríamos.

"O medo leva à raiva; a raiva leva ao ódio; o ódio leva ao sofrimento.”

Nossa reação é falar, numa tentativa de justificar, dizer que ainda estamos ali, que somos os mesmos. Não somos. Cada palavra dita confirma ainda mais a conclusão dela. A mudança já aconteceu.

A raiva transforma-se em ódio. O ódio grita que nada daquilo, no final, era realmente importante ou tinha algum significado. Desmerecemos, cuspimos na cara daquilo que nos trazia felicidade, indignados. O ódio rasga nossa garganta enquanto a voz sai rouca, sem potência suficiente pra expressar o que, de fato, queima dentro e fora de nós.

O fim da história nos mostra que, de fato, nada termina. Após uma identidade desaparecer, somos imediatamente consumidos por outra, até que esta mesma desapareça. Lado Negro e Lado da Luz se alternam constantemente, mostrando que não há em nós uma só centelha de bondade ou de maldade.

Seguimos até, pouco antes de morrer, retirarmos finalmente a máscara que nos mantém vivos para ter por alguns instantes a visão clara diante de nossos olhos. Nenhum medo faz sentido, nenhuma raiva, nenhum sofrimento. Nosso império e nossas construções inevitavelmente cairão.

A pergunta que fica é: será necessário estar diante da morte para, enfim, perceber que medo algum faz sentido frente à certeza de que nada é permanente?